A Fiorde foi destaque em reportagem do portal Band ao abordar um dos temas mais sensíveis da economia global no momento: a escalada do preço do petróleo acima de US$ 100 por barril e seus reflexos diretos no dia a dia dos brasileiros.
A matéria evidencia como tensões geopolíticas no Oriente Médio, especialmente com o fechamento de rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz, têm provocado uma pressão significativa sobre os preços internacionais da commodity. Esse movimento rapidamente se traduz em impactos internos, atingindo desde combustíveis até produtos básicos de consumo.
De acordo com Luciano Fracola, gerente de assessoria aduaneira do Fiorde Group, o efeito desse aumento é amplo e inevitável. “Quando o petróleo sobe de forma consistente, o primeiro efeito é inflacionário, mas ele não para aí. Energia, transporte e produção industrial dependem diretamente dele. Com custos maiores, as empresas reduzem margens, reavaliam investimentos e o consumo desacelera”, afirma.
A análise reforça que o impacto vai muito além dos postos de combustível. No Brasil, onde mais de 90% do transporte de cargas é realizado por rodovias, o aumento do diesel encarece o frete e, consequentemente, pressiona os preços dos alimentos. Além disso, a produção agrícola também sofre com custos mais elevados, já que máquinas e equipamentos dependem diretamente do combustível.
Outro ponto destacado é o impacto no comércio exterior. O aumento dos fretes internacionais, especialmente em rotas da Ásia para o Brasil, já atinge níveis comparáveis aos registrados durante a pandemia, elevando o custo de insumos e produtos importados, como eletrônicos. Esse cenário amplia a pressão inflacionária e reduz a competitividade das empresas brasileiras.
A reportagem também aponta para os riscos macroeconômicos desse contexto. Com a inflação em alta, o poder de compra das famílias diminui, enquanto empresas enfrentam margens mais apertadas e tendem a adiar investimentos e contratações, criando um ambiente de desaceleração econômica.
Diante desse cenário, Fracola destaca que a capacidade de adaptação será determinante para a sobrevivência e competitividade das empresas. Entre as principais estratégias estão a revisão de contratos logísticos, a busca por rotas alternativas, a formação de estoques estratégicos e a diversificação de fornecedores, reduzindo a exposição a regiões em conflito.
No campo das políticas públicas, medidas como a desoneração de tributos sobre combustíveis podem aliviar parte da pressão no curto prazo, embora tragam desafios fiscais relevantes para o governo.
A presença da Fiorde em um dos principais veículos de comunicação do país reforça a relevância da empresa no debate econômico e sua atuação estratégica na análise de cenários complexos que impactam diretamente empresas e consumidores.
Para conferir a reportagem completa, acesse o Link
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